sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

FOI...


Em uma tarde de verão, em minha sala, uma flor vi brotar.
Ainda meio botão, meio sem cor,
mesmo assim, para mim, era uma flor.
Dias e horas passávamos, eu e ela sempre juntas...

Então comecei a regá-la, usando todo o meu amor.
So uma coisa não me deixava entender à vezes,
sentia seu perfume, e de repente seus espinhos via nascer...
O perfume faz bem, pois traz carisma, amor e doçura...
mas os espinhos sempre ferem ...
sopramos, curamos mas não deixamos de sofrer...
Sofrimento às vezes é bom , nos ajuda a crescer...
mas sempre estava lá ao seu lado, querendo a defender.
Pois cada pétala que caísse seu perfume iria perder.
Hah!! foi uma pena! O rumo rumo daquela flor:
caíram suas pétalas só o espinho ficou.
Foram usado para ferir , direto ao coração
para matar! Para acabar com o carinho
e um grande amor de verão.

Creuza Henrique Guimarães (minha irmã: a poesia está no sangue)

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